Letras


01 – A PORTA DO DIABO

Letra: Hulkabilly
Musica: Kães-Vadius

A minha avó me disse
Pra eu não bater na porta
Na porta do Diabo
Pois alguém pode atender
Eu e minha turma
Não demos importância
Isso para nós
È brincadeira de criança
Fomos então bater
Na porta do Diabo
Nem bem a porta abriu
Ele já estava dominado.
Se estamos no inferno
Abraça o Kpeta
Da uns catiripapos
Gira e solta a carrapeta
Depois é só prender
o bicho pelo rabo
arrancar seus cornos
E enfia-los no Danado.
Pegar uma guitarra
o baixo e a bateria
Fazer um som bem alto
E promover a putaria

Ae sim…
vamos estar no céu
Ae sim…
Fazendo um puta som
Ae sim…
Numa festa from hell


02 – ELVIS NÃO MORREU
Letra: Hulkabilly
Musica: Kães-Vadius

Elvis não morreu
Elvis não morreu
Foi visto em uma lanchonete
Comendo Big Mac

Elvis não morreu
Elvis não morreu
Mais velho, gordo e cabeludo
Ninguém o conheceu.

Foi visto na Paulista
Largado numa esquina
Rasgado, sujo e com cobreiro
Comendo um Brigadeiro.

Foi visto em oficina
Sujo e de macacão
Consertando o estrago
Em seu caminhão.

Elvis não morreu
Elvis não morreu
Foi visto em uma lanchonete
Comendo Big Mac

Elvis não morreu
Elvis não morreu
Mais velho, gordo e cabeludo
Ninguém o conheceu.

Foi visto em sua casa
Pelado e nervosão
Com um 3.8 carregado
Dando teco na televisão

Foi visto em cemitérios
Abrindo covas para achar
O Cadilac que ele deu
Pra mãe que já morreu

Elvis não morreu
Elvis não morreu
Foi visto em uma lanchonete
Comendo Big Mac

Elvis não morreu
Elvis não morreu
Mais velho, gordo e cabeludo
Ninguém o conheceu.

Ninguém o conheceu.

Ninguém o conheceu.

Ninguém o conheeeceeeeeeeeeeeu.


 03 – EMPURRANDO COCÔ!
Letra: Hulkabilly e Denis Animal
Musica: Kães-Vadius

No sofá ela não quis
Empreitada infeliz.
No chuveiro ela topou.
Empurrei o seu cocô

Cocô! Cocô! Cocô!
Empurrando cocô!

Na cozinha, recusou
Minha lábia não colou
Na varanda liberou
Empurrei o seu cocô

Cocô! Cocô! Cocô!
Empurrando cocô!

E o tempo foi passando…
Muitos anos, muitos anos.
Ela não quer mais brincar
No banheiro eu vou cagar!

Cagar! Cagar! Cagar!
cagando, lendo e fumando!

Cagar! Cagar! Cagar!
cagando, lendo e fumando!


 04 – CASQUINHA DE FERIDA
Letra: Hulkabilly e Felipe Inri
Musica: Kães-Vadius

Ele aprisionava
Seres indefesos
Mas ele não matava
Nenhum dos prisioneiros
Ficavam pendurados
Pelos cotovelos
E com seu ralador
Os esfolava inteiros
Ele era mesmo infernal
Tirar uma casquinha, pra ele era normal.

Depois de maltratar
Depois de machucar
Esperava paciente
A casquinha se formar
Casquinha de ferida
Era o que mais gostava
Arrancava a sangue frio
E depois as mastigava
Ele era mesmo infernal
Tirar uma casquinha, pra ele era normal.

Ele só queria
Tirar uma casquinha
Ele só queria
Tirar uma casquinha


05 – Lucikreyde
(Hulkabilly)

Deitada na cama
Entre fios, lá está ela.
Deitada na cama

Lá está ela, entre fios.

Lucikreyde
Lucikreyde
Lucikreyde
Lucikreyde

Deitada na cama
Vigiada, interligada.
Deitada na cama

Interligada, vigiada.

Lucikreyde
Lucikreyde
Lucikreyde
Lucikreyde

Ela não existe mas insiste em nascer
Ela não existe mas insiste em viver
Ela não existe mas insiste em não morrer.



LETRAS CLÁSSICAS


01 – A virgem louca
(George Johnsom)

Ela nasceu de um amor perfeito
aparentemente não tinha defeito
mas em seu ser ela desenvolvia
mais um verme da psychodemia.
Aos quinze anos algo aconteceu
De todo mundo ela se esqueceu
seus olhos vazios e a cabeça oca
ela se tornara uma virgem louca.
Seus pais a botaram num sanatório
Aos cuidados do Santo Oratório
mas um padre ela seduziu
e a seus encantos ele sucumbiu.
No ventre da louca um filho surgiu
e ao sete meses ela o pariu
e então na cidade conheceram o mito
da virgem louca e seu rebento maldito.


02 – Padre Mane
(Hulkabilly)

De dia pregava na capela da cidade
De noite vendia pornografia da verdade
falava com moral na capela da cidade
mas saia na rua destruindo virgindade
Padre Mane, Mane o padre
Um anjo mau disfarçado da bondade
Usava o nome do Senhor para poder
com um pouco de malícia também sentir prazer
Padre Mane, Mane o padre
Um anjo mau disfarçado de bondade


03 – Lili Poodle
(Hulkabilly)

(Esta e a vida de um travesti no centro da cidade “mora”)
Tão elegante – Lili Poodle
tão delicado – Lili Poodle
e com decote – Lili Poodle
e sem saiote – Lili Poodle
Saia sozinho a noite pra ninguém desconfiar.
Seus amiguinhos – Lili Poodle
eram estranhos – Lili Poodle
tão delicados – Lili Poodle
tão transviados – Lili Poodle
Queriam homens fortes
para darem seu recado
Tão elegante – Lili Poodle
tão delicado – Lili Poodle
e com decote – Lili Poodle
e sem saiote – Lili Poodle
Queriam membros grandes
pra pagarem seus pecados.



04 – Drama

(George/Hulk)

Quando ela chegou
eu logo percebi
que alguma coisa estranha
estava pra acontecer.
No meio da multidão
com a calcinha na mão
de fora aquela bunda horrível
cheia de frustração.
Ninguém acreditava
naquilo que se via
a nega agarrou um coitado
e fez amor na esquina.
Depois de tudo feito
e o ato consumado
deu-lhe um longo beijo
e matou o coitado.
E o coitado morreu,
e matou o coitado
E o coitado morreu,
e matou o coitado.
Antes ele do que eu.


05 – Flyperman
(George/Hulk)

(Coloque ficha1,2,3)
Flyperman era um menininho
todo bonitinho e arrumadinho
passava o dia inteirinho
jogando Flyper no barzinho
Wow! Wow! Flyperman
Não tinha nem namorada
não transava com ninguém
na maquininha se masturbava
em sua cabeça não havia nada.
Wow! Wow! Flyperman


06 – Não tem culpa eu
(Denis animal)

Como tudo que sobe um dia desce
Você só engorda e nunca emagrece
Eu chego em casa não tá pronto o almoço
Eu pego minha mãe pelo pescoço
Não tem culpa eu (3x)
Eu chego na escola sem o material
a professora me chama de animal
Eu dou uma chinela ela cai no chão
e vem o diretor me dar uma suspensão
Não tem culpa eu (3x)


07 – A namoradinha que eu amei até o sangue jorrar
(George)

Seu cheiro que me excitava
agora me da nojo porque o meu coração
Esta cheio de rancor
Um ódio que me enche as veias
e me leva pra longe de onde você estiver
Estou cheio de rancor
Eu quero arrancar seus olhos
morder seu pescoço com toda forca
ate o sangue jorrar


08 – Out-Dor
(George)

Eu vi a mensagem de Deus
estampada num anuncio de cigarros
em um Out-Dor
A medida em que eu me aproximava
notava a estranha realidade
naquele Out-Dor
Perdido na estrada,
perto de um motel
avistei meu destino,
trágico e cruel
De caminhar sem parar,
ate o mundo acabar
Onde termina a terra,
não começa o céu.


09 – Sociedade
(Paulo Bide Pow)

Eu não tenho nenhuma liberdade
pôr simples causa dessa tal sociedade
eu não ando com jóia ou com dinheiro
eu sou o meu companheiro
vou ser um simples viajante em algum lugar
distante dessa tal sociedade
vou encontra minha liberdade


10 – Notícias populares
(George/Hulk)

Chegou, pegou, picou e botou dentro da mala
o corpo de sua mulher
ela era velha, ela era chata demais!
Chegou, olhou, riscou e botou fogo na filha
só pra ver o estrago
ela era cega, ela era monga demais!
Depois pegou as duas e foi pra beira do lago
jogou bem lá no meio e olhou para os lados
Abaixou as calcas e deu um barro
e ficou aliviado aliviado, aliviado..


11 – O sombra
(Hulhabilly)

Ele existia mas não tinha corpo nem carne osso,
nem carne osso
O Sombra
Ele nada sentia nem tampouco dormia ele não comia,
ele não comia
O Sombra
Somente na escuridão
ele não te perseguia
mas ficava sempre com você
disso você não sabia
E você fugindo feito louco
tentando dele se livrar
essa fuga já virou mania
de que o sombra vai te pegar.


12 – Homem-Lagarto
(Hulkabilly)

São moscas que como
eu Homem-Lagarto
andando no teto
de cabeça pra baixo
Bolhas flutuam
e as luzes que piscam
tudo bem, eu to normal
pior estão vocês com cara de animal
mas eu sou um animal
Adeus mundo cruel
eu vou mergulhar no céu
mas estou voando
neste chão cruel


13 – Malaka Blues
(George Johnson)

Desde os doze anos
fumo e tomo nos canos
minha vida se arrasta
entre marcadas e enganos
pois sou malaka
vou cantar o malaka blues
Tem o olhar sereno
como o Nazareno
pregado na cruz
Dessa gente toda
alguém eu já guentei
mas o que fiz na vida
nem eu mesmo sei
pois sou malaka
vou cantar o malaka blues
Tem o olhar sereno
como o Nazareno
pregado na cruz
Os homens me perseguem
sempre sem cessar
me batem e me prendem
mas nada vai adiantar
pois sou malaka
vou cantar o malaka blues
Tem o olhar sereno
como o Nazareno
pregado na cruz


14 – Kães
(George/Hulk)

Kães que gritam, que latem e mordem
Seres que querem um corpo ardente e feroz
Kães que cantam, que tocam e dançam
seres que querem, a fúria do Rock`n`roll
Kães que gritam, que latem e mordem
seres que querem um som pirado e veloz.


15 – Festa do horror
(Hulkabilly)

Chegaram os primeiros convidados para a festa do horror,
Todos totalmente assustadores e com traje a rigor
Cabeças e correntes decorando esta festa infernal.
E o cheiro de enxofre serve para melhorar o astral.
A festa rola solta, mil loucuras e milhões de monstrengos.
Chupadas e mordidas, labaredas e o enxofre ardendo.
Psychos se debatem pôr motivos que ninguém quer saber.
Antes do sol raiar eles se mandam para não derreter.
Morcegos sobrevoam atrapalhados sobre este castelo.
Casais de namorados, se debatem entre foices e martelos.
Só sangue pra beber, e carne humana para beliscar.
Faltava mesmo e Bright, muita Bright para respirar.


16 – Vampirismo
(Hulkabilly)

Atras dessa curva calada, quebrada
se escondem morcegos vampiros medonhos
que esperam com calma passar pôr ali
pessoas tranqüilas sem rumo para ir e sugam,
e bebem seu sangue inteiro
tirando sua vida tirando dinheiro.
Vampiros a solta pôr toda cidade
chupins, sangue suga espalhando maldade.


17 – Baratas Grandes
(Hulkabilly)

Baratas grandes invadem cidades
destroem pessoas os prédios e lares
e deixam rastros de gosma no chão
criando outras baratas então
Baratas Grandes Baratas Grandes.


18 – Morcegos Loucos
(George)

Morcegos loucos na madrugada a voar
Pôr entre os prédios pela cidade oh yeah!
Eles só querem um pouco de emoção
matando a sede com o seu sangue, então
Morcegos loucos querem tomar um montão.
Quando amanhece eles só querem voltar
ao seu refugio se esconder oh yeah!
Pôr que o dia não e para eles não
ficam perdidos eles preferem então
ficar dormindo nos fios de alta tensão.


19 – Psycho Ataque na Madrugada
(George)

As crianças loucas do ante mundo
destroem a mente desavisada
invadem o sonho vagabundo
Psycho ataque na madrugada.
Ressuscitando o que esta morto
tocam sua musica condenada
o Boogie-Woogie corre solto
Psycho ataque na madrugada.
Guitarras gritam o seu lamento
em uma total orgia
morcegos tampam o firmamento
e a semente da psychodemia
É o transe coletivo
ninguém pode fazer nada
Rockabilly morto-vivo
Psycho ataque na madrugada.


20 – Adamastor o Suicida
(Hulkabilly)

Acordo logo cedo
e tomo meu veneno
mas não consigo morrer
me jogo de edifícios
pontes e precipícios
sem nada acontecer.
Já me esborrachei numa corrida de caranga
já me dei um tiro na cabeça esta semana
eu juro ate paguei pra que tentassem me matar
mas aqui estou com cada coisa em seu lugar
oblabidoobida. sem nada acontecer.
Ja me esborrachei numa corrida de caranga
ja me dei um tiro na cabeca esta semana
eu juro ate paguei pra que tentassem me matar
mas aqui estou com cada coisa em seu lugar
oblabidoobida.


21 – Gonocokus Rex
(Hulkabilly)

Gritos rasgando o vazio
Terrores a te torturar
Imagens ocultas na mente
Parecem que vão devorar
Seu cérebro cinzento
Parece que vai estourar
Seus poros se abrem inteiro
Seu corpo exala mal cheiro
Saliva na boca borbulha
Parece que vai te afogar
Na mais sombria tortura
A queimar, a queimar, a queimar a queimar
A dor, a dor é imensa
Não da, não da pra agüentar
Desesperado você corre
E começa a gritar
A dor, a dor é imensa
Não da, não da pra agüentar


22 – Dead
(Hulkabilly)

Não tente fugir dos perigos da noite
Não tente, não tente, correr
A morte caminha do seu lado
Não queira, não queira, não queira morrer
Carrega em seu rosto um sorriso macabro
Esperando, esperando, esperando você


23 – Canibalismo
(Hulkabilly)

Num recipiente bóiam mil corações
braços e cabeças guardados em porões
Conservados pelo clima frio da morte
Mulheres e crianças, todos eles sem sorte
Canibalismo, canibalismo
Gente conhecida que ele mesmo matava
Gente que morria e ele desenterrava
Uma maneira estranha de se alimentar
Comendo carne humana para sua fome matar
Canibalismo, canibalismo.


24 – Aqui agora
(Hulkabilly)

Menina virgem, eletrocutada
é encontrada morta
Com um vibrador elétrico na mão
Marido assassino mata
e mumifica a esposa
Prá presentear a sogra
Aqui – Agora
Aqui – Agora
Aqui – Agora
Aqui – Agora
Camelôs
atrapalham a passagem
Das escolas de samba na avenida
Motorista
É linchado e morto
Pela turma do clube da terceira idade
Aqui – Agora
Aqui – Agora
Aqui – Agora
Aqui – Agora
Maníaco psicopata
Coleciona genitálias
Das vitimas
pra fazer pochete
Vizinhança faz passeata
pra aumentar o buraco na rua
e fazer, pista de skate
Aqui – Agora
Aqui – Agora
Aqui – Agora
Aqui – Agora


25 – Depois da meia noite
(Hulkabilly)

Luzes, sombras
Estampas de imagens na Rua
Luzes, sombras
Estampas de imagens na Rua
Em cada janela o medo no olhar
é real, é real
Passos, vozes,
Perseguem aquele indivíduo
Passos, vozes,
Perseguem aquele indivíduo
E nada ele encontra pra se proteger
desse mal, desse mal
Gritos, morte,
loucos andando nas ruas
Gritos, morte,
loucos andando nas ruas
Em cada esquina um acontecimento,
Em cada esquina um acontecimento,
Em cada esquina um acontecimento,
Irreal, irreal, irreal


26 – Bem vindo negão
(Hulkabilly)

Chega em casa cansado depois do trabalho
em uma segunda-feira chega adiantado
A porta do quarto fechada, vai pra cozinha comer
espera a sua mulher, aparecer
E ela aparece então
com um baita negão
E ele então, já acostumado
com a vida de sua mulher
convida o negão, pra pegar um prato
pegar um prato e uma colher
Uma colher de chá
uma colher
Enquanto o negão, come um filé
ele aproveita pra falar de sua mulher
diz que vem trazendo novidades
Bem-vindo negão, você esta com AIDS
Bem-vindo negão, boceta com AIDS


27 – Racha infernal
(Hulkabilly)

Rasgam a noite em velocidade
as luzes em volta parecem bailar
não param pôr nada só querem chegar
ao ponto marcado em primeiro lugar
Rasgam a noite em velocidade
cavalos de aço Dragões de metal
e rugem e berram soltando fumaça
Queimando o asfalto num racha infernal


28 – Bang-Bang
(Hulkabilly)

De fronte a lanchonete um tiroteio irracional
no Banco da esquina essa cena é normal
Hey, Hey, Bang-Bang, Hey, Hey, Bang-Bang, Hey, Hey
As balas vão cruzando sibilando pelo ar
a cena é sempre a mesma, são cowboys em qualquer bar
Hey, Hey, Bang-Bang, Hey, Hey, Bang-Bang, Hey, Hey
A cena se triplica com olhares parciais
Quem sabe nas novelas são melhores os finais
Hey, Hey, Bang-Bang, Hey, Hey, Bang-Bang, Hey, Hey


29 – Exorcista
( Hulkabilly)

Demônio entrou
Naquele corpo
No corpo da pobre menina
Estraçalhou
E mutilou
O corpo da pobre menina
Ele tem que sair
Ele tem que sair
Ele tem que sair
Ele tem que sair
Foram chamados
Para rezar
Aquele grupo de exorcistas
Que de mãos dadas
Sempre a cantar
Um contra-verso
Das antigas
Ele tem que sair
Ele tem que sair
Ele tem que sair
Ele tem que sair


30 – Hey Garota
(Hulkabilly)

Hey! Hey! Hey! Hey!
Hey! Hey! Hey Garota!
Hey! Hey! Hey! Hey!
Hey! Hey! Cae de boca!
Debaixo da batina, dentro do meu jeans, debaixo da bermuda
Hey Garota!
Debaixo da batina, dentro do meu jeans, debaixo da bermuda
Cai de boca!
Hey! Hey! Hey! Hey!
Hey! Hey! Hey Garota!
Hey! Hey! Hey! Hey!
Hey! Hey! Hey Cae de boca!
Não fique nervosa, não se preocupe, é só relaxar
Hey Garota!
Não fique nervosa, não se preocupe, é só relaxar
Cai de boca!
Hey! Hey! Hey! Hey!
Hey! Hey! Hey Garota!
Hey! Hey! Hey! Hey!
Hey! Hey! Hey Cae de boca!
Sentada na escada, deitada na cama, assistindo a TV
Hey Garota!
Sentada na escada, deitada na cama, assistindo a TV
Cai de boca!


31 – S&M
(Hulkabilly)

Linda e loira donzela
Amarrada na cama
Em silêncio ela espera
As marcas do seu amor chegar
Que essa noite seja longa
Pra eu poder te tocar
Ver seu corpo todo molhado
Pra eu poder desfrutar
Linda e loira donzela
Amarrada na cama
Em silêncio ela espera
As marcas do seu amor chegar
Tenha lindos pesadelos
Comigo a te torturar
E seu corpo ardente treme
De prazer e dor a gritar


32 – Conselho de Amigo
(Hulkabilly)

Pegue sua gata e ponha a mão na xola
Depois de algum tempo ela pega na pistola
E pinta uma suruba muito chique, bacaninha
Na cama, no sofá, no banheiro ou na cozinha
Só tome cuidado prô pai dela não chegar
Na hora mais sagrada a hora de gozar
Faça tudo certo e com muito cuidado
Deixe a luz acesa e o rádio ligado
A cueca na calça e a calça na mão
Não fique nervoso se não perde o tesão
O pai dela é bravo e se ele te pegar
Ou corta o seu saco ou faz você casar


33 – Crianças irão morrer
(Letra: Hulkabilly / Música: Kães Vadius)

Vivem mortas todo dia
Pelas ruas e avenidas
Roubam, vendem pra viver
Tem na morte companhia
Dia a dia e sempre nada
Só os restos na calçada
Vida dura de viver
Na sarjeta uma casa
Crianças irão morrer
Quando o sol nascer
Seu futuro é de papel
Que garante a comida
Brincadeiras de bordel
Hora extra garantida
Seus olhares tão sombrios
Suas mentes dissecadas
Sempre um sonho tão sombrio
Lindas almas tão penadas
Crianças irão morrer
Quando o sol nascer


34 – Neurose Urbana
(Letra: Hulkabilly / Música: Kães Vadius)

Já não agüento mais tanta pentelhação
De ônibus lotado e a droga de patrão
Se chego em casa tarde vem bronca da mulher
E todo dia é merda na televisão
Só vejo sangue e porra em todo jornal
Assim eu viro, um bicho babão
O sol nasce outra vez vai começar de novo
A mesma ladainha o mesmo sufoco
Eu quero mais é o trago de um bom bourbom
Sair com a galera e muita diversão
A mina mais bonita e a mais gostosa mas…
Só transo se ela tiver 16


35 – Jô Bebe Jack
(Letra: Hulkabilly & Claudio Spaguetti / Música: Kães Vadius)

Tomou cocaína
Com LSD
Tanta Heroina
Teretetete
Tomou cafeína
Pra rebater
Tanta adrenalina
Teretetete
Psicose, Neurose, escleurose pra que?
Andou pela vida como um animal
Conhece a sarjeta etc. e tal
Hey Jô
Sua mente drogada demais
Hey Jô
Seus amigos ficaram pra trás
Sua vida, não lhe pertence mais
Hey Jô!
Jack
Hey Jô!
Jack
Mudou a rotina
Voltou a beber
Mudou a rotina
E a psique
Na sala de espera
Jô bebe Jack
Com o dedo na goela
Jô bebe Jack
Hey Jô!
Jack
Hey Jô!
Jack


36 – Gothan City
(Macalé – Capinan)
(Versão – Kães-Vadius)

Aos quinze anos eu nasci em Gothan City
Era um céu, alaranjado em Gothan City
Caçavam bruxas nos telhados de Gothan City
No dia da independência nacional
Cuidado
A um abismo na porta principal
Cuidado
A um morcego na porta principal
Eu tinha um quarto bem vermelho aqui em Gothan City
Sobre os muros altos da tradição de Gothan City
Do cinto de utilidades na verdade Deus ajuda
A quem cedo madruga em Gothan City
Cuidado
A um abismo na porta principal
Cuidado
A um morcego na porta principal
No céu de Gothan City a um sinal
Sistema elétrico nervoso contra o mal
Tem um sambinha, tem futebol e tem carnaval
Todos estão dormindo em Gothan City
Cuidado
A um abismo na porta principal
Cuidado
A um morcego na porta principal
Os mortos-vivos perambulam em Gothan City
Agora eu vivo, porque vivo em Gothan City
Chegou a hora da verdade em Gothan City
E a saída é a porta principal
Cuidado
A um abismo na porta principal
Cuidado
A um morcego na porta principal


37 – Abriram minha cabeça
(Hulkabilly)

Abriram minha cabeça
Pra fazer experiência
Medir o grau de demência
Injetaram informações
Meu cérebro arrancado
No tanque foi mergulhado
Ficou boiando ligado
Sofrendo algumas alterações
Abriram minha cabeça
Pra fazer experiência
Medir o grau de demência
E aumentar minha violência
Mudaram minha razão
Puseram mais agressão
Nos pesadelos mil cores
E nas maldades mais perversão
Estou bem mais violento
Não posso me controlar
O medo é meu alimento
Que o teu sangue vai temperar
Abriram minha cabeça
Pra fazer experiência
Medir o grau de demência
E aumentar minha violência


38 – O Iluminado
(Hulkabilly)

Quando o medo
For maior que a força
Quando o medo
For maior que a fé
Não se esqueça
Feche bem seus olhos
Não se esqueça
Conte até 10
1 – 2 – 3 – 4 – 5 – 6 – 7 – 8 – 9 – 10
Se a morte
Quer te seduzir
E o inferno
Quer te possuir
Não se esqueça
Feche bem seus olhos
Não se esqueça
Conte até 10
1 – 2 – 3 – 4 – 5 – 6 – 7 – 8 – 9 – 10
Feche a porta
Se isso te ajudar
Acenda a luz
Pra te iluminar
Mas não se esqueça
Feche bem seus olhos
Não se esqueça
Conte até 10
1 – 2 – 3 – 4 – 5 – 6 – 7 – 8 – 9 – 10


39 – Meu Bem
(Garotos Podres)

Meu bem
Você se lembra
Como era sossegado
O nosso Bairro
Bem
Do lado
Daquela usina
Nuclear
Meu bem
Você se lembra
Como foi bela
Aquela linda explosão
Até
Mesmo parecia
Uma festa
de São João
Meu bem
Quero te acariciar
Com cotonetes
Da Johnson e Johnson
Mas
Espero que você
Não tenha
Ficado surda


40 – Huga Booga
(Letra: Kannis Vadillis e entidades Psychomisticas – Música: Kães Vadius)

A Huga booga-booga-booga!
A Huga booga-booga-booga!
A Huga booga-booga-booga!
A Huga booga-booga-booga!
A Huga booga-booga!
A Huga booga-booga!
A Huga booga-booga!
Bop be bo bo bop!
Bop be bo bop!
Bop be bo bop!
Auuuuua!
Auuuuua!


41 – Boeing 723897
(Tico Terpins – Allan Terpins – Dudi Goper)
Música: Joelho de Porco / Adaptação: Kães Vadius

Um boeing 723897, pode te levar
Pra bem longe, bem longe, bem longe
Da poluição
De lá pra cá no meio da selva
Onde reina o Leão
Um boeing 723897, pode te levar
Pra bem longe, bem longe, bem longe
Da poluição
E o Índio do Amazonas tem medo
De andar de avião
O Índio, medroso
Tá com o cuzinho na mão
O Índio, medroso
Tá com o cuzinho na mão
Nuvens de algodão
You just gotta call
On me yeah
Nuvens de algodão
E que tudo mais
Vá pro inferno
Nuvens de algodão
E que tudo mais
Vá pôr 6/8


42 – Jack, o Estripador
Letra: O Vecchione – C. Vecchione
Música: Made in Brazil / Adaptação: Kães Vadius

Em Londres no fim do século
Vivia um sádico infernal
Espalhava terror a noite
Nas escuras vielas Londrinas
Matou cinco garotas gordas
Usando a lâmina do seu punhal
O terror se espalhou
Como praga no ar
Ninguém saia a noite
De seu lar
Com uma crueldade, irracional
Jack retalhou e massacrou
o que julgou imoral
Mesmo sendo desequilibrado e louco
Jack em tudo o que fez
exagerou um pouco
Que louco, que louco!
Cuidado! Cuidado!
Ele vai te pegar!
Cuidado! Cuidado!
Você vai se estrepar!


43 – Volta Pra 54
(Letra: Teddy Woodpecker?)
Música: The Krents / Adaptação: Kães Vadius

Volta, volta pra 54!(4x)
Em 54
É o maior barato
No calor ou no frio
Só saio de jacko
Levantei topete, vou pintar o sete
Hoje a minha mina vai pagar boquete
Volta, volta pra 54!(4x)
Em 54
A bruxa tá solta
Vou quebrar tudo
Pra salvar a garota
Em 54 tem que Ta no pique
Cobras e lagartos, liquidação no Dic.
Volta, volta pra 54!(4x)
Hoje a meia noite!
Levarei tua alma
E o seu sangue quente
Vou beber com calma
Quando é meia noite
Bananeira eu planto
Mina feia eu mato
Mina boa eu janto
Volta, volta pra 54!(4x)
Eu vou pro Grotão
Vou chegar primeiro
Passei do Portal
Eu vim do celeiro
Eu vou comer vidro
E depois nem me falem
Vou comer bosta
Como o G.G.Allim
Volta, volta pra 54!(4x)


44 – Urinaldo
(Letra: Roberto Dieis / Adaptação: Kães Vadius)

Nãããããããoooooooo! Não
Veio a São Paulo a procura de sucesso
Sonhos desabados na cidade do progresso
Pobre Urinaldo que vida haja lenha
Tem 6 filhos e a mulher ainda está prenha
Cinco da manhã, o desespero, trem lotado!
Sente na sua bunda, o pau duro de um tarado!
E na sua cara o sovaco de um negão!
Anda bicheira, chega logo na estação.
Não Urinaldo, não, não!
Urinaldo, não, não!
Hora do almoço, a barriga tá roncando
Corre Urinaldo, “cê” tá quase desmaiando
Puta urucubaca, que porra de zica
Pois lhe deram um bonde e levaram a marmita
Todo dia cinco é aquela baixaria
Pois no hollerith vem aquela mixaria
Como viver? Oh Deus! Como posso?
Levar essa vida, com salário de fome!
Não Urinaldo, não, não!
Urinaldo, não, não!


45 – Triste Fim
(Letra e Música: Ovos Presley / Versão: Kães Vadius)

O sangue já não corre em suas veias
O seu coração já não pulsa mais
O cheiro da epiderme decomposta
A carne corroída do seu rosto
E triste constatar do que você está sofrendo
Sintoma natural de quem está apodrecendo
A dor toma conta do seu corpo
Problema resolvido quando morto
Sua vida só é dor e agonia
Não sabe se vera o fim do dia
E triste constatar do que você está sofrendo
Sintoma natural de quem está apodrecendo


46 – Morto Vivo
(Letra: Hulk / Música: Kães Vadius)

Tudo começou
A muito tempo atrás!
Quando recebeu
O tiro de um rapaz!
Sua vida então se transformou
E a morte até lhe rejeitou
Morto-vivo, é o que vai ser
Sua vida é uma lembrança
Que não importa mais
A morte é um descanso
Que não terá jamais
Está mais pra lá do que pra cá
Pra se mover tem que rastejar
Morto-vivo é o que vai ser.
Morto-vivo uoooh!
Morto-vivo uoooh!
Morto-vivo uoooh!


47 – Medo do Escuro
(Letra: Hulk / Música: Kães Vadius)

A noite chega é hora de dormir
Silêncio profundo na escuridão
Em sua cabeça, inquieta, irrequieta
Imagens medonhas tomam dimensão.
Seu corpo na cama, inerte não mexe
A garganta seca sem voz pra gritar
Parece que o chão do seu quarto estremece
E a sua cama começa a girar.
Vozes ecoam na sua cabeça
Olhos enormes a te espiar
Barulhos estranhos no canto do quarto
Um frio na espinha de arrepiar
O vento assobia em sua janela
A porta do quarto começa a fechar
O raio que cai, revela uma sombra
E uma estranha canção, começa a tocar…
Pobre criança com medo do escuro
Pobre criança não sabe sonhar
Pobre criança assustada não dorme
Pobre criança não vai acordar.


 48 – Louco (Psycho)
(Letra: Hulk / Música: Sonics)
Adaptação: Kães Vadius

Baby, quando te vejo
Eu perco a cabeça
não da pra controlar
O sangue queima
como chama no inferno
Dessa maneira Você vai me deixar…
Louco
Baby, quando te vejo
O sangue esquenta
não da pra controlar
Viro o diabo
Cuspo bolas de fogo
Dessa maneira
Você vai me deixar…
Louco


49 – Última Dança
(Letra: Hulk)
Música: Kães Vadius

Bela
Sempre a me espiar
Quieta
Nada pra falar
Fria
Sem vida no olhar…
Me acompanha
Onde quer que eu vá!
Tomo um whisky
Ela não desiste
Corro, fujo
Só pra despistar
Fumo um cigarro
Peço outro trago
La está ela
Sempre a me espiar
Vejo
A vida acabar
Sinto
O seu toque frio
Ouço
Sua voz chamar
Venha comigo!
Vem, vamos dançar…
Dance comigo…
A dança da morte
Na luz do luar.


50 – Saindo do Kovil
(Letra: Milton Monstro / Música: Kães Vadius)

Saindo do Kovil!
Sedentos e sarnentos
Saindo do Kovil!
Saindo do Kovil!
Uivando e berrando
Saindo do Kovil!
Com sangue novo nas veias
Eterno ciclo da vida e da morte!
Saindo do Kovil!
A procura de caça
Saindo do Kovil!
Saindo do Kovil!
Perpetuando a raça
Saindo do Kovil!
Se alastra como praga
Um vício, uma maldita saga!
Seres mortos-vivos
bichos malditos!


 

Primeira banda de Psychobilly da América Latina